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Angola e China reforçam cooperação no domínio dos recursos minerais

Governo 09-05-2026
CIMEIRA GLOBAL DE MEDIAÇÃO - EMBAIXADORA ANGOLANA DALVA RINGOTE ALLEN TRABALHA EM HONG KONG

Hong Kong, é desde esta manhã a capital mundial da Cimeira Global de Mediação, promovida pela Organização Internacional de intermediação de conflitos comerciais e financeiros (IOMed). O evento visa a promoção do estado de direito internacional e fomentar um ecossistema global de mediação, considerando a mediação como um mecanismo eficiente, amigável e vantajoso para a resolução de litígios comerciais internacionais.

A Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da República de Angola na República Popular da China Dalva Ringote Allen, chefia a delegação angolana, que integra ainda o Cônsul-Geral de Angola em Macau, Eduardo Velasco Galiano e funcionários da Missão angolana.

Ao longo da primeira jornada da Cimeira Global de Mediação que se realiza no Centro de Convenções e Exposições de Hong Kong, a Chefe da Missão Angolana, Dalva Ringote Allen, manteve um encontro com a Secretária-Geral da (IOMed) a Professora Teresa Cheng Yeuk-wah, ambas personalidades abordaram na ocasião, questões referentes ao reforço da cooperação bilateral entre Angola e a IOMed, no âmbito do princípio de um País e dois sistemas.

O Chefe do Executivo de Hong Kong, John Lee Ka-chiu, proferiu o discurso de abertura, tendo afirmado que, com base no princípio um país e dois sistemas, Hong Kong, está comprometida e posicionada para se tornar a capital global da mediação pacífica de litígios comerciais.

A Cimeira tem a duração de dois dias, e reúne representantes dos governos de países membros, embaixadores acreditados na República Popular da China, especialistas do direito internacional, académicos, investigadores, estudantes universitários, empresários e representantes de organizações internacionais.

O evento conta com três painéis de discussão sobre, “Os Facilitadores da Paz: Sabedoria de Mediadores de Classe Mundial”, “A Voz dos Clientes: Por que Estados e Investidores Escolhem a Mediação” e “Além do Horizonte: Desenvolvendo o Ecossistema Global de Mediação”.

Angola é membro observador da IOMed, uma organização cuja iniciativa é do governo da República Popular da China, com sede em Hong Kong, e tem como objectivo apoiar disputas comerciais internacionais, oferecendo um foro alternativo às instituições internacionais, e apoio na captação de investimentos estrangeiros e a promoção da segurança jurídica.

A OIMed, foi inaugurada oficialmente em outubro de 2025, como o primeiro órgão intergovernamental com sede em Hong Kong, e tem como objectivo principal fornecer serviços flexíveis, económicos e eficientes para a resolução de disputas internacionais. O número de estados signatários da IOMed subiu de 37 para 41 e o número de estados contratantes aumentou de oito para 13.

Fonte: MD - China
Governo 06-05-2026
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ATINGE PAPEL CRUCIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS ECONOMIAS EMERGENTES - DALVA RINGOTE ALLEN - EMBAIXADORA EXTRAORDINÁRIA E PLENIPOTENCIÁRIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA NA REPÚBLICA POPULAR DA CHINA EM HAIKOU

A Embaixadora Dalva Ringote Allen participou no primeiro Fórum de expansão de negócios em tecnologia na cidade de Haikou, capital da província de Hainan, sul da China, um evento que visou a promoção de oportunidades de negócios no sector das tecnologias e Inteligência Artificial (IA), em economias emergentes, bem como disseminar conhecimentos práticos sobre a internacionalização, regulação, captação de investimento, abertura a inovação e modelos de scale-up.

O certame contou com a participação de Embaixadores Extraordinários e Plenipotenciários acreditados na República Popular da China, empresários, investidores e, representas de Câmaras de Comércio, instituições financeiras, académicos e estudantes.

Ao intervir, a Embaixadora Dalva Ringote Allen, considerou fundamental que, num mundo cada vez mais global e competitivo, a Inteligência Artificial, assume um papel crítico no desenvolvimento das economias emergentes, oferecendo oportunidades de salto tecnológico (Leapfrogging) e inclusão produtiva.

A diplomata angolana reiterou que a excelente relação bilateral e de cooperação com a China, tem sido um pilar da cooperação Sul-Sul, assente na amizade, respeito mútuo e solidariedade, que tornou possível o financiamento para a reconstrução de infraestruturas essenciais, incluindo estradas, caminhos-de-ferro, portos, escolas e hospitais.

A Embaixadora salientou que Angola, está a passar por uma transformação estrutural, tendo adoptado políticas para diversificar a economia e melhorar o ambiente de negócios, bem como aumentar a segurança jurídica para os investidores, e atrair investimento directo estrangeiro, promover a transparência e a eficiência administrativa, e incentivar a produção nacional e as exportações.

Na sua comunicação, a diplomata afirmou que“ Angola está diante de uma nova fronteira, indo além da infraestrutura física e adentrando o mundo dos algoritmos, dados, ideias, bits, bytes e habilidades cognitivas” tendo destacado que o governo liderado pelo Presidente João Lourenço, lançou o programa 'Angola Digital 2027', que visa expandir a conectividade, modernizar os serviços públicos e promover o empreendedorismo tecnológico, acreditando que a inteligência artificial e os grandes dados podem acelerar soluções para desafios estruturais, incluindo logística, monitoramento em tempo real de produtos agrícolas e eficiência energética.

A Embaixadora considerou que, o futuro da cooperação entre Angola e a China, deve ser construído sobre uma nova abordagem que dê ênfase ao investimento produtivo, à transferência de tecnologia e à criação de valor local. “Devemos avançar para uma parceria focada na industrialização, na criação de emprego de qualidade, no desenvolvimento da cadeia de valor, na inovação e na sustentabilidade”.

A Embaixadora destacou igualmente que Angola, oferece oportunidades de investimento significativas para empresas chinesas em sectores-chave, incluindo agricultura e agroindústria, energia e energias renováveis, indústria de transformação, infraestruturas e logística, e turismo, sendo que, os sectores tecnológicos em Angola, beneficiam de custos industriais mais baixos do que os dos mercados continentais e internacionais.

Para o sector da indústria a Embaixadora destacou que Angola, possui um excedente de energia limpa, suficiente para satisfazer a procura interna, e procura activamente parcerias para exportar para os mercados africanos vizinhos.

A nossa localização estratégica na África Austral posiciona-nos como uma porta de entrada para os mercados regionais dentro da Área de Livre Comércio Continental Africana (AFCFTA), que abrange um mercado estimado em mais de 300 milhões de pessoas, a maioria jovens.

O certame teve lugar na cidade de Haikou, tendo sido organizado pelo Comité para a Indústria Digital do Conselho Chinês de Cooperação Económica e Tecnológica Internacional.

Fonte: MD - China
Governo 27-04-2026
EMBAIXADORES AFRICANOS REAFIRMAM EM PEQUIM QUE O PRINCÍPIO DA PARCERIA COM A CHINA DEVE ESTAR ANCORADA NA UNIDADE E VISÃO ESTRATÉGICA

A Missão Permanente da Comissão da União Africana (UA) na República Popular da China organizou, durante dois dias, o Retiro Anual do Grupo de Embaixadores Africanos, sob o tema “Aproveitando a Oferta Tarifária 100% Gratuita da China”, para promover o desenvolvimento e a prosperidade no continente africano.

O certame teve como objectivo fortalecer a capacidade coordenada do continente para a operacionalização da oferta de isenção total de tarifas da China, e ampliar o acesso ao mercado para acelerar a implementação da Agenda 2063 e dos resultados do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC).

O evento foi composto por vários painéis de discussão, com destaque para o painel sobre Padrões de Acesso ao Mercado, produção e cadeia de valor no comércio, financiamento e investimentos, bem como o painel sobre facilitação e logística.

A Chefe da Missão angolana Dalva Ringote Allen, participou do painel sobre financiamento e investimento, lembrando que a Declaração de Luanda, resultante da III Cimeira de Financiamento para o Desenvolvimento das Infraestruturas em África, realizada na capital angolana, em outubro de 2025, sob o patrocínio do Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, na qualidade de Presidente da União Africana, com a coorganização da Comissão da União Africana, reafirmou os compromissos com a industrialização, o desenvolvimento de cadeias de valor regionais e a priorização de sectores integrados a um modelo de desenvolvimento centrado em infraestrutura, redução de custos, aumento da competitividade, expansão das exportações, retorno económico e sustentabilidade do investimento.

Dalva Ringote Allen, destacou que o novo regime tributário oferece uma oportunidade significativa para as empresas africanas, ressaltando que, para que a nova política tarifária gere efeitos positivos e transformadores no continente africano, é fundamental assegurar um ambiente regulatório previsível e um financiamento adequado e flexível, especialmente para as pequenas e médias empresas, consideradas elementos essenciais para o desenvolvimento das economias locais.

A Embaixadora angolana na China, reafirmou que as instituições financeiras africanas devem actuar de maneira coordenada e colaborativa na mobilização de recursos internos, com o propósito de apoiar empresas com potencial de exportação, por meio da concessão de crédito e financiamento às PMEs envolvidas em projectos de infraestrutura.

A Embaixadora Dalva Ringote Allen salientou que Angola defende acções colectivas
para criar uma estrutura de financiamento continental para a criação de valor acrescentado, uma arquitectura que ligue, de forma prática e coerente, os bancos de desenvolvimento, os orçamentos nacionais, o sector privado e as cadeias de valor concretas, porque África não pode continuar a exportar matérias-primas e a importar produtos acabados.

Durante o evento, a Embaixadora partilhou que o China Exim Bank e o China Development Bank já alocaram mais de 20 mil milhões de dólares para o desenvolvimento agrícola africano.

O CADFund dispõe de 10 mil milhões de dólares em capital comprometido. O desafio está em criar janelas específicas para as PMEs com prazos de carência mais longos, colaterais flexíveis e processos simplificados.

O retiro de dois dias, ocorrido na capital chinesa Pequim entre quinta e sexta-feira, contou com discursos de abertura e encerramento proferidos pela etíope Nardos Bekele-Thomas, Directora Executiva da Agência de Desenvolvimento da União Africana (AUDA-NEPAD), pelo Decano dos Embaixadores Africanos, na presença de delegados de alto nível, incluindo embaixadores, representantes permanentes africanos na China, representantes do Departamento de Desenvolvimento Económico, Comércio, Turismo, Indústria e Minerais (ETTIM), assim como do Secretariado da AfCFTA.

Para além disso, participaram autoridades dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e do Comércio da China, bem como membros da Agência de Desenvolvimento da China (CIDCA).

Fonte: MD - China
Governo 24-04-2026
CÔNSUL GERAL DE GUANGZHOU JUDITE COSTA TRABALHOU EM GUANGDONG

A Cônsul-geral de Angola em Guangzhou, Judite Albina da Costa, igualmente Deca-na do Grupo Africano dos Cônsules na região que administra, liderou a delegação do grupo africano, na promoção da aliança da indústria de ferragens e utensílios de co-zinha de Guangdong, China.

A frente de uma comitiva de doze diplomatas do continente africano e perante uma plateia de responsáveis chineses, com destaque para o vice-director geral do departa-mento do comércio da província de Guangdong, Sun Bin, Wen Xi chefe do distrito de Foshan e mais de uma centena de empresários chineses, a Cônsul-Geral angolana Ju-dite da Costa, convidada a fazer o uso da palavra, começou por recordar que 2026, marca o septuagésimo aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre a China e a África e que o percurso apresenta uma enorme margem de progressão no âmbito da cooperação entre a China e o continente africano.

A diplomata angolana, destacou o sucesso do FOCAC em Beijing-2024, instrumento impulsionador para a expansão e alcance de resultados positivos, dando exemplos positivos como o aumento de voos da China para África e vice-versa em 23%, os mais de mil voluntários médicos chineses que viajaram para o continente afim de presta-rem consultas gratuitas e mais de duzentos especialistas agrícolas que iniciaram mis-sões em diferentes países.

Judite da Costa, frisou que as empresas chinesas participaram activamente na edifi-cação de inúmeros projectos de infraestruturais em toda a África, destacando-se a sede do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças em Adis Abeba na Eti-ópia, o Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto em Angola, o caminho ferroviário que interliga Mombaça, a Nairobi no Quénia.

A responsável consular de Guangzhou, frisou que apesar das inúmeras conquistas da cooperação China-África, ainda existem inúmeras áreas no continente inexploradas e outras que requerem mais desenvolvimento. África possui uma rica e diversificada malha de recursos, incluindo capital natural, capital humano, capital empresarial e capital financeiro.

Guangdong é a província mais rica e o motor económico da China, com um PIB supe-rior a 1,7 trilhão de dólares, equiparando-se à economia do Brasil. A região represen-ta mais de 10% do PIB da República Popular da China, e é o maior polo exportador - importador do país, sendo crucial para o desenvolvimento manufactureiro e tecnoló-gico chinês.

É conhecida como a Silicon da China, Guangdong abriga gigantes como a Huawei, BYD, ZTE, DJI e Tencent, impulsionando a modernização da manufactura para pro-dutos de alto valor agregado. Integra cidades como Shenzhen, Guangzhou e Hong Kong, formando um dos maiores clusters urbanos e financeiros do mundo, focado em inovação e serviços financeiros de ponta.

É justamente na província Guangdong que a Cônsul-geral de Angola em Guangzhou, Judite Albino da Costa, na qualidade de decana do Grupo africano, liderou uma de-legação do corpo diplomático do continente berço que testemunhou a promoção da aliança da indústria de ferragens e utensílios de cozinha da região.

Fonte: MD - China
Governo 20-04-2026
CÔNSUL GERAL DE ANGOLA EM MACAU RECEBE CHEFES DE DELEGAÇÕES MUNICIPAIS ANGOLANAS PARTICIPANTES NA XLIII ASSEMBLEIA GERAL DA UCCLA - MUNICÍPIO DAS INGOMBOTAS EM DESTAQUE NESTA EDIÇÃO

O município das Ingombotas liderado pela Administradora Milca Cuesse Caquesse, preside desde o passado dia 13, a Assembleia Geral da União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas e também denominada União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa.

A XLIII Assembleia Geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) decorreu no Complexo da Plataforma de Serviços para a Cooperação Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa. O evento de três dias contou com a presença de 35 delegações de administradores, autarcas e empresários provenientes de Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, e São Tomé e Príncipe que compõem a UCCLA.

Durante a XLIII Assembleia Geral da UCCLA, foram eleitos os novos órgãos sociais para o biénio 2026-2028, sendo que a Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) foi eleita Presidente da Comissão Executiva.

Foram ainda aprovadas as adesões da cidade de Calumbo, de Ícolo e Bengo, em Angola, e da cidade de Viseu, em Portugal, assim como o Plano de Actividades para 2026.

Por outro lado, o Cônsul Geral de Angola em Macau, Embaixador Eduardo Velasco Galiano, recebeu os Chefes das delegações municipais angolanas participantes na XLIII Assembleia Geral da UCCLA-União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, que decorreu na Região Administrativa Especial de Macau, República Popular da China.

O Diplomata angolano destacou a relevância estratégica do evento, sublinhando que é uma honra para a diplomacia angolana e para os restantes Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) debater o futuro das cidades num território com profundas raízes lusófonas no continente asiático.

As comitivas, maioritariamente provenientes da província de Luanda, cumpriram um programa oficial da UCCLA, que incluiu o balanço de actividades passadas, aprovação de programas, eleição de órgãos da Assembleia, visitas guiadas pela cidade e encontros de cortesia, visando estreitar os laços institucionais e aprofundar o conhecimento sobre o contexto local.

Angola fez-se representar nesta Assembleia Geral por uma comitiva diversificada, que integraram representantes dos municípios do Hoji ya Henda, Mussulo, Ingombota, Viana, Cazenga e Cacuaco, além dos municípios de Catete, Cabire e Calumbo estes últimos, pertencentes a província do Icolo e Bengo.

Fonte: MD - China

china.mirex.gov.ao EMBAIXADORA

Dalva Maurícia Calombo Ringote Allen



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